'Cortei as amarras que me prendiam a' ti 'e agora estou à deriva.''
Estou a traçar o meu próprio rumo, e veremos onde me leva.''
Não tenho escolha, pois sou capaz de imaginar como' seria o meu fim se não o tivesse feito, sim aquele corte essencial que me facilitou em muita coisa. Que me abriu os olhos para como realmente tu és e como tratas as pessoas. Agora estamos assim, longe um do outro de ambas as maneiras. De maneira nenhuma voltaremos ao que éramos. Mas mesmo de maneira nenhuma. Cada um vai seguir e decidir o seu rumo, rumos bastante distintos. Mas não posso negar que nem tudo foi de instintos que não são bons, porque não estaria a dizer a verdade. Porque...coisas que sucederam inesperadamente me marcaram e não vou esquecer. Fizeste parte da minha vida, é uma realidade que não posso deturpar. Mas agora dei o corte indispensável para me soltar de ti. Mas...por mais estranho e estapafúrdio que seja...eu...(...)
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Ps.: As passagens que estão entre aspas são retiradas do livro Diário de Anne Frank, que estou a ler pela segunda vez e que aprecio muito. Gosto da maneira de Anne escrever e se exprimir. Acho que é um livro bom para todos lerem.