13 de março de 2010

Parvo




Vou dedicar este poste ao Eduardo Miguel Roque Costa.
Porquê ? Perguntam bem.

Por muitas razões...algumas que me enervam.

Porque ele é careca, é baixinho e usa brincos nas orelhas. Também porque está sempre a gozar comigo e faz caras feias (nota-se pela foto -.-) quando lhe digo uma coisa 'inteligente'. Mas também porque percebe mais de Inglês do que eu e não utiliza dicionários (grandes e grossos). Tem um Magalhães em casa e eu não, gosta de filmes de terror--' , comprou gomas à irmã da Bruna e a mim não e sabe 'sacar' filmes da net. Ainda não terminei ! Ele mora em Castelo Branco e eu não e deixou-me a falar sozinha às 3H da manhã porque adormeceu com um pc ao colo ! Não gosta dos D'ZRT (logo por ai se vê que ele tem problemas...). Porque ele é um Parvinho, Atrazadinho, Parolo e eu não gosto dele, aliás detesto-o ! Ele também não gosta de mim e continua a aturar-me já depois de 4 anos. E cada vez gosto menos dele. Cada vez é mais chato e inteligente . Ça m'enerve ! E pronto...é isso. Não posso com ele...nem à lei da bala...


Agora a falar a sério, não gosto mesmo nada dele...é tão dificil de conviver com ele.


Duda, sabes o quanto eu te detesto não sabes ? E o pouco que significas para mim ?

Acho que sim.

10 de setembro de 2009


Sem tempo para nada.

Beijinhos A Todos (:

15 de agosto de 2009

Ponto Final


Já não consigo pronunciar uma única palavra, escrever uma única sílaba.Sinto-me como se me tivessem amarrado o coração e agora não consigo fazer nada. Quero me exprimir mas...os bichinhos do medo, esses impedem-me. Tento ser forte, mas eles são mais fortes do que eu. Tento a todo o custo descrever o que sinto...mas é de tal modo complexo que se torna impossivel para mim. E os bichinhos da má interpretação juntaram-se aos do medo e prenderam o meu coração a sete chaves e a lançaram em direcção ao fundo, ao fundo de um poço. Estou presa, presa por detrás de umas grades fortes e inquebravéis revestidas de excessiva preocupação e desconfiança. Estou prisioneira desta impressão produzida por sei lá o quê dos sentimentos, transmitida ao cérebro pelos nervos, onde se converte em ideia completamente absurda que nem eu sei denominar. Preciso de gritar ao mundo mas, mas nada! Tenho é que deixar de conversas da treta e de lamechices e ser o que sou sem ter medo nem receio de nada do que voa nas mentes dos desconhecidos e nem por isso. Encarar as coisas como elas são e ponto final. Viver dando relevo àquilo e àqueles que são de maior influência. Tenho que me sustentar desta maneira. A vida é assim. Mas exite Alguém, Alguém que me conhece bem e sabe o que me vai cá dentro e isso a mim, Basta-me.

27 de julho de 2009

Assaltaste os Meus Sonhos


Desde que nasci, sempre fizeste parte da minha vida. Uma prensença á qual me habituei deste logo, pois a minha mãe fez questão que eu convivesse contigo e te amasse de todo o meu coração. Sempre com um sorriso de orelha a orelha e com as maçãs do rosto rosadinhas...e pronta a dar-nos qualquer miminho.Numa destas curtas noites, em que fazia frio lá fora, tu entraste, como um ladrão, nos meus sonhos. Foi uma breve, mas muito especial, visita. Vieste ter comigo, e como de habitual, deste um dos teus bombons tão gostosos, que tanto gostavas de oferecer aos teus queridos meninos. Foi tão bom voltar a ver-te! Há um ano que não via o teu belo e enrugado rosto. Que saudades! Vi-te tão claramente, como se estivesses aqui mesmo à minha frente. Foi tão bom. Senti que te tinha outra vez comigo...Que nada tinha mudado desde o último verão. As memórias que tenho tuas são muitas e nunca as vou esquecer. O teu lindo sorriso, o brilho dos teus olhinhos...as viagens que faziamos ao som das tuas cantigas, sempre cantaste tão bem! "Oh Cila!"; "Boa tarde minhas Senhoras!"; "Já és uma grande mulher, já quase que te podes casar."; estas, entre muitas outras, frases ficaram marcadas e lembro-me tão bem de as ouvir sair da tua boca com a tua doce voz. Fazes muita falta. Mas uma certeza eu posso ter, um dia hei-de voltar a ver-te. Mas nesse dia vais estar ainda mais bela, com os teus longos cabelos entrançados e com o teu sorriso de sempre. Vamos poder passear juntas no meio dos imensos jardins, ao pé de todo o tipo de animais e...a Lea vai nos fazer um óptimo bolo para lanchar-mos ao som da tua doce voz. Obrigada Avó, por teres feito parte da minha vida.

17 de julho de 2009

Uma carta


Minha querida,
Ainda consigo sentir, todos os dias, a tua presença ao meu lado. Ainda ouço a tua voz segredar ao meu ouvido aquelas palavras doces que só tu sabes dizer, o toque dos teus lábios quando me deste aquele beijo na testa no dia que iria mudar as nossas vidas...a pele suave das tuas mãos entrelaçadas nas minhas, os teus braços acolhedores circundar o meu corpo. Aquele dia, mudou tudo. Tornou-me uma pessoa melhor, mais feliz ao teu lado. Deu-me uma razão para sorrir todos os dias, por ter alguém tão especial comigo. Deste brilho à minha fosca vida. Aquele dia, foi sem dúvida o dia que mais me marcou. Poder sentir o cheiro dos teus cabelos ondulados e macios, ver a vivacidade dos teus olhos cor de avelã, o calor do amor que nos unia de forma tão subtil e profunda ao mesmo tempo. Preencheste plenamente a minha vida...como ninguém o tinha feito antes. Queria agarrar-te para sempre nos meus braços e ficar ao teu lado, apenas ao teu lado, num lugar sossegado, para poder usufruir deste amor que me trouxe a maior felicidade que alguma vez senti nestes 25 anos de existência. Essa tua forma de ser rendeu-me completamente...de uma forma...espontanêa. Os dias em que sorrias só para mim, com esse sorriso terno, em que me acariciavas os cabelos sentada no sofá. Quando cantavas só para mim, os passeios à beira mar de mãos dadas, aqueles dias de pura felicidade...de um dia para outro desapareceram...apenas umas milésimas de segundos para tudo acabar. Para a minha vida voltar ao inicio, em que tudo era triste, silencioso e...insignificante. A minha vida voltou á escuridão. A alegria de viver desvaneceu-se. Tornei-me um Ser miserável, sem importância. Mas, aquele dia tão maravilhoso foi substituido por outro completamente negro. O dia em que...te perdi. Foram apenas milésimas de segundos para tudo desaparecer, para tu me abandonares neste mundo de ódio e tristeza. Em que as pessoas só olham umas para as outras para criticar e matar com os olhos. Em que cada um só quer saber de si próprio e acabam por tirar a vida a Seres Inocentes. Como tu...que apenas passeávas pelo meio rua, com as tuas flores preferidas na mão, as flores que te ofereci. Milésimas de segundos...e uma má conduta por parte daqueles que inevitavelmente arruínam as suas vidas e a dos outros. Tiraram-me a alegria de viver. E agora? O que vou fazer sem a minha força, a força que me prendia aqui? Ao mundo em que ninguém é alguém, mas que todos são tudo. Eras a razão, a razão de tudo. Nunca me senti tão feliz senão contigo, mas...também nunca me senti tão ridiculo neste mundo senão agora, sem ti. Amei-te com todas as minhas forças, amei-te e...continuo a Amar-te e é por isso que tomei uma decisão, quero ir ter contigo o mais depressa possivel. Vou esperar que esse dia chegue. E já não falta muito, tenho uma doença que me vai ajudar a ir ter contigo. Vou-me dedicar ao cultivo das tuas flores, para daqui a 4 meses quando for ter contigo as leve comigo. Vou ser feliz, mas ao teu lado seja onde for. Um dia, estaremos juntos, juntos no Paraíso junto com as tuas flores.
Amo-te Ana,

Henrique


Ps.: Hoje apeteceu-me fantasiar um pouco. É o meu primeiro texto assim. Espero que não esteja muito exagerado. (:

16 de julho de 2009

'Cortei As Amarras'


'Cortei as amarras que me prendiam a' ti 'e agora estou à deriva.''
Estou a traçar o meu próprio rumo, e veremos onde me leva.''
Não tenho escolha, pois sou capaz de imaginar como' seria o meu fim se não o tivesse feito, sim aquele corte essencial que me facilitou em muita coisa. Que me abriu os olhos para como realmente tu és e como tratas as pessoas. Agora estamos assim, longe um do outro de ambas as maneiras. De maneira nenhuma voltaremos ao que éramos. Mas mesmo de maneira nenhuma. Cada um vai seguir e decidir o seu rumo, rumos bastante distintos. Mas não posso negar que nem tudo foi de instintos que não são bons, porque não estaria a dizer a verdade. Porque...coisas que sucederam inesperadamente me marcaram e não vou esquecer. Fizeste parte da minha vida, é uma realidade que não posso deturpar. Mas agora dei o corte indispensável para me soltar de ti. Mas...por mais estranho e estapafúrdio que seja...eu...(...)
.
Ps.: As passagens que estão entre aspas são retiradas do livro Diário de Anne Frank, que estou a ler pela segunda vez e que aprecio muito. Gosto da maneira de Anne escrever e se exprimir. Acho que é um livro bom para todos lerem.